No óbito…
Afonso Loureiro
As mulheres dançam em círculo, entoando ladaínhas monótonas com voz cansada. Arrastam os pés com um baque-baque surdo, levantando o pó fino que lhes vai cobrindo os panos coloridos. As mulheres que começaram a dançar desgarradas aproximam-se do círculo que cresce e, aos poucos, encontram o seu lugar. De fora só se adivinham contornos escuros […]
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