Cresci perto de uma linha de caminho-de-ferro movimentada, com os combóios a fazer parte da vida desde pequeno. Das memórias mais antigas que tenho, é estar na estação de Torre da Gadanha, perto de Montemor-o-Novo. A fazer o quê só sei o que me contam, mas o certo é que já lá voltei e de [...]
Publicado em 13 de Agosto de 2010 por Afonso Loureiro
Classificado em: Alentejo, Distrito de Lisboa, Distrito de Évora, Portugal, Queluz, Torre da Gadanha | Sem Comentários »
Por alguma razão, há dias que nos ficam marcados na memória de forma mais persistente que outros, às vezes com recordações que ficam adormecidas décadas. Durante dois anos, a Lua, especialmente nos dias em que enchia o céu com um sorriso bonito ou uma cara bolachuda, foi o ponto de encontro de olhares a meio [...]
Publicado em 7 de Julho de 2010 por Afonso Loureiro
Classificado em: Distrito de Lisboa, Portugal, Queluz | 1 Comentário »
Quando era pequeno e o mundo visto de baixo parecia muito maior que hoje, uma das coisas que me maravilhava era a Lua, que estava sempre no mesmo sítio mesmo que eu corresse o mais depressa que conseguisse. Aparecia e desaparecia atrás dos telhados e das árvores, mas acabava sempre por me apanhar, sempre a [...]
Publicado em 29 de Abril de 2010 por Afonso Loureiro
Classificado em: Angola, Luanda, Mutamba, Prov. Luanda | 1 Comentário »
O olfacto, por estar ligado às regiões mais primitivas do nosso cérebro, é responsável pelas memórias mais marcantes e duradouras. Aliás, o cheiro da terra é algo que todos os que viveram uma temporada em África recordam com saudade. Talvez não seja do cheiro em si que tenham saudades, mas sim de todas as emoções [...]
Publicado em 29 de Janeiro de 2010 por Afonso Loureiro
Classificado em: Angola, Luanda, Prov. Luanda | Sem Comentários »
Num dado ponto da vida cruzei-me com aquela que viria a tornar-se a minha amiga Viviane, pessoa de outra época e de uma nobreza de carácter como já se torna difícil encontrar. Transmitiu-me grandes lições de vida, misturando-as com episódios das suas memórias fascinantes. Auxiliou-me sempre que precisei e deixou que a auxiliasse quando necessitou. [...]
Publicado em 25 de Novembro de 2009 por Afonso Loureiro
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