{"id":1086,"date":"2008-10-01T00:00:01","date_gmt":"2008-09-30T23:00:01","guid":{"rendered":"http:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/?p=1086"},"modified":"2009-06-21T19:36:50","modified_gmt":"2009-06-21T18:36:50","slug":"transportes-pblicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/transportes-pblicos\/","title":{"rendered":"Transportes p\u00fablicos"},"content":{"rendered":"<p>O sistema de transportes p\u00fablicos em Luanda depende quase exclusivamente de t\u00e1xis. Quer sejam os candongueiros azuis-e-brancos semi-oficiais, quer sejam carros normais, aqui chamados s\u00f3 de turismos, que param no meio dos mercados perif\u00e9ricos e oferecem os lugares vagos para outro bairro da cidade. Estes t\u00e1xis mais selvagens que os candongueiros, como se tal fosse poss\u00edvel, t\u00eam um pre\u00e7o negoci\u00e1vel e s\u00e3o mais confort\u00e1veis que as carrinhas de 15 lugares.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/011008-0000-transportespublicos1.jpg\" \" \/><br \/>\nLota\u00e7\u00e3o: 15 ou mais<\/p>\n<p>No entanto, todas as grandes cidades t\u00eam um sistema de autocarros mais ou menos funcional. Luanda tem um que se enquadra na \u00faltima categoria. Os autocarros que circulam s\u00e3o poucos e em mau estado de conserva\u00e7\u00e3o. Circulam para l\u00e1 de lotados e, devido \u00e0 agressividade da condu\u00e7\u00e3o de toda a gente, muito devagar.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/230908-0000-transportes1.jpg\"  \/><br \/>\nQuase vazio<\/p>\n<p>Os comb\u00f3ios s\u00f3 recentemente voltaram a circular entre Luanda e Viana. S\u00e3o cerca de quinze quil\u00f3metros de linha f\u00e9rrea que retira milhares de pessoas da estrada mais congestionada (categoria pouco invej\u00e1vel em qualquer parte do mundo) de Luanda.<\/p>\n<p>As primeiras viagens foram t\u00e3o concorridas que passou a haver pol\u00edcias nas portas das carruagens para limitar o n\u00famero de passageiros e impedir que os mais afoitos se pendurassem nas portas e janelas.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/06\/062208-1054-fimdesemana13.jpg\"  \/><br \/>\nBuracos nas estradas, buracos no autocarros&#8230; camuflagem?<\/p>\n<p>Um pouco \u00e0 semelhan\u00e7a do que fazem os particulares quando o carro avaria, tamb\u00e9m as empresas adoptam o abandono nalgumas situa\u00e7\u00f5es. Encontrar autocarros abandonados nas bermas tamb\u00e9m \u00e9 frequente. Quando as avarias s\u00e3o de tal maneira graves ou o autocarro ficou irremediavelmente atolado num qualquer charco de lama mais profundo, \u00e9 abandonado. Talvez um dia se l\u00e1 v\u00e1 buscar pe\u00e7as.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/230908-0000-transportes2.jpg\"  \/><br \/>\nMais frequente que o desej\u00e1vel<\/p>\n<p>N\u00e3o ser\u00e1 s\u00f3 com as vias r\u00e1pidas e autoestradas que se est\u00e3o a construir \u00e0 volta de Luanda que se vai resolver o problema do tr\u00e2nsito. Ser\u00e1 preciso acabar com os buracos nas outras vias, aumentar o n\u00famero de autocarros, criar corredores para transportes p\u00fablicos, fazer circular mais comb\u00f3ios e, acima de tudo, retirar pessoas de Luanda. Se houver mais empregos na periferia, as coisas melhorar\u00e3o.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/09\/011008-0000-transportespublicos2.jpg\"  \/><br \/>\nTransporte de pessoal<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O sistema de transportes p\u00fablicos em Luanda depende quase exclusivamente de t\u00e1xis. Quer sejam os candongueiros azuis-e-brancos semi-oficiais, quer sejam carros normais, aqui chamados s\u00f3 de turismos, que param no meio dos mercados perif\u00e9ricos e oferecem os lugares vagos para outro bairro da cidade. 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