{"id":1670,"date":"2008-12-14T00:00:07","date_gmt":"2008-12-13T23:00:07","guid":{"rendered":"http:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/?p=1670"},"modified":"2009-11-15T00:28:30","modified_gmt":"2009-11-14T23:28:30","slug":"sem-ttulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/sem-ttulo\/","title":{"rendered":"Sem t\u00edtulo"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 artigos que se escrevem sozinhos, sem revis\u00f5es, sem cuidados de estilo ou forma. Nascem de uma emo\u00e7\u00e3o ou de um pensamento recorrente. Por vezes basta a inspira\u00e7\u00e3o de uma fotografia. Ou algumas fotografias pedem um texto introdut\u00f3rio que ajude a perceber como ela me tocou ou que foque a aten\u00e7\u00e3o em determinado pormenor.<\/p>\n<p>Certas imagens v\u00e3o ficando reservadas at\u00e9 ao dia em que as consiga usar. S\u00e3o aquelas que sinto merecerem ser publicadas, mas ainda n\u00e3o sei bem como as colocar. Podem ficar num limbo semanas ou meses, esperando o dia em que me despertam a necessidade de lhes escrever um texto.<\/p>\n<p>At\u00e9 agora ainda n\u00e3o tinha surgido uma fotografia de tal forma completa que contasse a hist\u00f3ria toda, sem a necessidade de uma \u00fanica palavra. Ali\u00e1s, uma boa fotografia n\u00e3o pode ter palavras a explicar o que transmite. Se as tiver \u00e9 sinal de incompletude. Conclu\u00ed que sou mau fot\u00f3grafo. Em milhares de fotografias, apenas um punhado se enquadra nesta categoria&#8230;<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda os textos que dispensam imagens. S\u00e3o completos s\u00f3 por si e n\u00e3o precisam de ilustra\u00e7\u00f5es ou distrac\u00e7\u00f5es. No entanto, poucas imagens dispensam algum texto.<\/p>\n<p>Mas, desta vez, surgiu uma dessas. Durante alguns dias matutei numa maneira de a introduzir. Como come\u00e7aria o texto? Como o remataria? Onde punha a imagem? No princ\u00edpio? N\u00e3o, teria de ser no fim.<\/p>\n<p>A solu\u00e7\u00e3o mais simples seria colocar a imagem e n\u00e3o escrever nada. Mas isto \u00e9 um Aerograma, n\u00e3o \u00e9 um diaporama. A escrita \u00e9 a ess\u00eancia do meio.<\/p>\n<p>Tinha de escrever algo e n\u00e3o podia ser acerca da imagem. Se o fizesse, estragava a surpresa ou deixava-a menos completa. Optei pela solu\u00e7\u00e3o de recurso e contei como n\u00e3o consegui escrever o artigo&#8230;<\/p>\n<p>E agora, esquecendo tudo quanto foi escrito acima, apresento a imagem.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/blog-0421.jpg\" border=\"0\" alt=\"blog_042\" width=\"600\" height=\"450\" \/><br \/>\n<em>Sem t\u00edtulo<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 artigos que se escrevem sozinhos, sem revis\u00f5es, sem cuidados de estilo ou forma. Nascem de uma emo\u00e7\u00e3o ou de um pensamento recorrente. Por vezes basta a inspira\u00e7\u00e3o de uma fotografia. Ou algumas fotografias pedem um texto introdut\u00f3rio que ajude a perceber como ela me tocou ou que foque a aten\u00e7\u00e3o em determinado pormenor. Certas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1,70],"tags":[6,282],"class_list":["post-1670","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-angola","category-provincia-do-bengo","tag-criancas","tag-fotografias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1670","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1670"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1670\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3705,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1670\/revisions\/3705"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1670"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1670"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1670"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}