{"id":281,"date":"2008-07-26T00:00:04","date_gmt":"2008-07-25T23:00:04","guid":{"rendered":"http:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/?p=281"},"modified":"2009-07-19T13:40:02","modified_gmt":"2009-07-19T12:40:02","slug":"efectivamente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/efectivamente\/","title":{"rendered":"Efectivamente\u2026"},"content":{"rendered":"<p>Estava a apreciar um engraxador a trabalhar e a reparar que o espa\u00e7o que ocupava era diferente dos demais. Tinha colocado no passeio um peda\u00e7o de lin\u00f3leo aos quadrados pretos e brancos, que me fez lembrar as barbearias de antigamente. Enquanto admirava o contraste entre o p\u00f3 do passeio e aqueles dois metros quadrados de limpeza imaculada reparei numa conversa entre o engraxador, um cliente e um conhecido, todos sentados \u00e0 sombra da mangueira frondosa que cresce no quintal atr\u00e1s.<\/p>\n<p>Discutiam o Portugu\u00eas. A verdadeira l\u00edngua franca de Angola. Enquanto um deles defendia que se devia dar mais aten\u00e7\u00e3o aos dialectos tribais os outros dois diziam que assim ningu\u00e9m se entendia. &#8220;O Portugu\u00eas toda a gente percebe, mas os dialectos\u2026&#8221;<\/p>\n<p>Como n\u00e3o me queria meter na conversa, acabei por n\u00e3o saber quem ganhou a discuss\u00e3o, mas achei curioso que aquela que j\u00e1 foi a l\u00edngua franca em todo o mundo ainda mantenha esse estatuto em Angola.<\/p>\n<p>Enquanto me afastava, lembrei-me de uma can\u00e7\u00e3o dos GNR.<\/p>\n<p><em>Efectivamente escuto as conversas<br \/>\nImportantes ou amb\u00edguas<br \/>\nAparentemente sem moralizar<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estava a apreciar um engraxador a trabalhar e a reparar que o espa\u00e7o que ocupava era diferente dos demais. Tinha colocado no passeio um peda\u00e7o de lin\u00f3leo aos quadrados pretos e brancos, que me fez lembrar as barbearias de antigamente. Enquanto admirava o contraste entre o p\u00f3 do passeio e aqueles dois metros quadrados de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1,14,360],"tags":[3],"class_list":["post-281","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-angola","category-luanda","category-provincia-de-luanda","tag-gentes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/281","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=281"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/281\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3013,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/281\/revisions\/3013"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=281"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=281"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=281"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}