{"id":5240,"date":"2011-02-01T01:00:00","date_gmt":"2011-02-01T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/?p=5240"},"modified":"2011-02-01T01:00:00","modified_gmt":"2011-02-01T00:00:00","slug":"a-dvida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/a-dvida\/","title":{"rendered":"A d&uacute;vida"},"content":{"rendered":"<p>Embora fa\u00e7a os poss\u00edveis por ir variando os temas, \u00e9 quase imposs\u00edvel evitar repeti\u00e7\u00f5es. H\u00e1 assuntos que merecem ser revisitados, nem que seja porque na altura procurei condensar o texto e tive de deixar algumas coisas de fora. Quando isso acontece, evito publicar a continua\u00e7\u00e3o do artigo nos dias mais pr\u00f3ximos, para tornar o <a title=\"Aerograma\" href=\"http:\/\/www.aerograma.net\" target=\"_blank\">Aerograma<\/a> um pouco mais variado.<\/p>\n<p>Acontece-me ficar na d\u00favida se j\u00e1 escrevi ou n\u00e3o sobre determinado assunto e, como as notas no caderninho costumam tornar-se ileg\u00edveis ao fim de algumas semanas &#8211; suspeito que pelo apodrecimento da caligrafia &#8211; sempre que come\u00e7o um novo artigo, tenho de dar uma volta \u00e0s notas mentais e avaliar se j\u00e1 o escrevi ou se apenas pensei na sua estrutura. \u00c9 um grande dilema. Se estiver perto do computador sempre posso vir c\u00e1 dar uma espreitadela, mas raramente come\u00e7o a escrever logo no teclado.<\/p>\n<p>Come\u00e7ar a escrever \u00e9 sempre o mais dif\u00edcil. No in\u00edcio, o texto \u00e9 um monte de n\u00e3o-frases, trechos dispersos que se cruzam, riscos, gatafunhos. A seguir ordenam-se o melhor poss\u00edvel, mesmo que n\u00e3o fa\u00e7am grande sentido juntos e s\u00f3 depois o texto come\u00e7a a surgir quase polido. \u00c9 trabalhoso e, pelo meio, muitas das ideias originais foram postas de parte, quer para preservar o ritmo do texto, quer para o manter no tema. Da\u00ed que eu saiba que j\u00e1 escrevi sobre aquele assunto, mas fique sempre na d\u00favida se n\u00e3o terei cortado o trecho.<\/p>\n<p>H\u00e1 at\u00e9 fotografias que vou pondo de parte para quando chegar a altura certa de retomar certo assunto. Descubro, da pior forma, que esperei tanto que agora j\u00e1 n\u00e3o faz sentido retomar esse texto e a fotografia, tantos meses reservada, \u00e9 um epit\u00e1fio ao artigo nado-morto.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" style=\"border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px\" title=\"Mandioca\" border=\"0\" alt=\"Mandioca\" src=\"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/mandioca.jpg\" width=\"600\" height=\"400\" \/>    <br \/>E agora, o que fa\u00e7o com esta?<\/p>\n<p>Felizmente que nem tudo s\u00e3o m\u00e1s not\u00edcias. Comecei o dia a tentar descobrir se j\u00e1 tinha escrito um artigo que imaginei h\u00e1 uns meses. Quando dei por mim, at\u00e9 j\u00e1 tinha dado destino a uma fotografia guardada desde 2008. E o artigo do qual tinha d\u00favidas ficou adiado por mais uns dias. Afinal de contas, ainda n\u00e3o tinha falado do assunto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embora fa\u00e7a os poss\u00edveis por ir variando os temas, \u00e9 quase imposs\u00edvel evitar repeti\u00e7\u00f5es. H\u00e1 assuntos que merecem ser revisitados, nem que seja porque na altura procurei condensar o texto e tive de deixar algumas coisas de fora. 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