{"id":5540,"date":"2011-10-02T00:00:00","date_gmt":"2011-10-01T23:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/?p=5540"},"modified":"2011-10-06T21:19:33","modified_gmt":"2011-10-06T20:19:33","slug":"ponte-da-ribeira-da-seda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/ponte-da-ribeira-da-seda\/","title":{"rendered":"Ponte da Ribeira da Seda"},"content":{"rendered":"<p>Agora j\u00e1 por c\u00e1 n\u00e3o se passa. Foi preciso cair a ponte Hintze Ribeiro em Entre-os-Rios para se fazer uma avalia\u00e7\u00e3o mais cuidadosa \u00e0s capacidades de carga e estado de conserva\u00e7\u00e3o das restantes pontes do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A ponte da Ribeira da Seda mant\u00e9m-se em fun\u00e7\u00f5es h\u00e1 perto de dois mil anos e s\u00f3 recentemente se pensou que o tr\u00e2nsito de pesados no seu estreito tabuleiro n\u00e3o lhe daria muita sa\u00fade. A primeira medida tomada foi a de criar um longo desvio para a evitar. Depois esperou-se.<\/p>\n<p>Nesta parte do <a title=\"Artigo: Alentejo profundo\" href=\"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/?p=4755\" target=\"_blank\">Alto Alentejo<\/a>, com colinas baixas a servir de pano de fundo a outras colinas, construir uma estrada sem grandes desn\u00edveis ou curvas em demasia foi tarefa dif\u00edcil. Para complicar mais o assunto, a Ribeira da Seda n\u00e3o permitia passagens a vau simples e tinha de ser atravessada com uma grande obra de arte. Os Romanos escolheram um dos vales mais bonitos da Ribeira da Seda para a construir e tanto a estrada como o curso de \u00e1gua descrevem curvas graciosas at\u00e9 \u00e0 ponte.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" style=\"border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px\" title=\"Ponte da Ribeira da Seda\" border=\"0\" alt=\"Ponte da Ribeira da Seda\" src=\"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/Seda.jpg\" width=\"600\" height=\"400\" \/>    <br \/>Ponte da Ribeira da Seda<\/p>\n<p>Depois dos anos de espera construiu-se uma variante \u00e0 ponte. J\u00e1 n\u00e3o segue o tra\u00e7ado tortuoso de uma estrada feita \u00e0 m\u00e3o e as m\u00e1quinas ajudaram a desmontar algumas vertentes. Poucos s\u00e3o os que fazem o desvio para ir apreciar a velha ponte romana que, mesmo com as rugas da idade, continua a ser muito mais bonita que a ponte nova.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Agora j\u00e1 por c\u00e1 n\u00e3o se passa. Foi preciso cair a ponte Hintze Ribeiro em Entre-os-Rios para se fazer uma avalia\u00e7\u00e3o mais cuidadosa \u00e0s capacidades de carga e estado de conserva\u00e7\u00e3o das restantes pontes do pa\u00eds. A ponte da Ribeira da Seda mant\u00e9m-se em fun\u00e7\u00f5es h\u00e1 perto de dois mil anos e s\u00f3 recentemente se [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[24,1285,1284,25,1293],"tags":[1295,1281,642,537,1294],"class_list":["post-5540","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-alentejo","category-alter-do-chao","category-distrito-de-portalegre","category-portugal","category-seda","tag-desvios","tag-obras-publicas","tag-obras-de-arte","tag-ponte","tag-romanos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5540","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5540"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5540\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5545,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5540\/revisions\/5545"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5540"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5540"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5540"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}