{"id":5797,"date":"2012-03-06T01:00:00","date_gmt":"2012-03-06T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/?p=5797"},"modified":"2012-03-05T01:35:44","modified_gmt":"2012-03-05T00:35:44","slug":"ruinas-romanas-na-amadora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/ruinas-romanas-na-amadora\/","title":{"rendered":"Ru\u00ednas romanas na Amadora"},"content":{"rendered":"<p>A cidade da Amadora tem a sua origem na antiga povoa\u00e7\u00e3o da Falagueira e no crescimento do n\u00facleo urbano em torno das principais vias de comunica\u00e7\u00e3o. Primeiramente em volta da Estrada Real, quando a Porcalhota ganhou fama e, mais tarde, em torno da linha de caminho-de-ferro, onde tomou o nome da quinta da Amadora perto da qual se situava o apeadeiro.<\/p>\n<p>Quase todos conhecem a Amadora como uma cidade de hist\u00f3ria recente, que cresceu desmesuradamente com o resto da linha de Sintra a partir da d\u00e9cada de 1960. Os poucos vest\u00edgios de outras \u00e9pocas foram sendo varridos por aterros, demoli\u00e7\u00f5es e a explos\u00e3o de bet\u00e3o armado que invadiu os montes do que foram os arrabaldes rurais de Lisboa.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/amadora.jpg\" alt=\"Ru\u00ednas romanas na Amadora\" title=\"Ru\u00ednas romanas na Amadora\" width=\"600\" height=\"400\" \/><br \/>\nAs ru\u00ednas<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 de estranhar que se julgue n\u00e3o haver muito mais para contar que as hist\u00f3rias do j\u00e1 extinto campo de avia\u00e7\u00e3o militar ou da chegada do comboio. Os vest\u00edgios est\u00e3o l\u00e1, mesmo que tenham sido muito maltratados e at\u00e9 mesmo quase destru\u00eddos nas \u00faltimas d\u00e9cadas. Os pr\u00f3prios naturais ou moradores de longa data t\u00eam esta ideia de tal forma inculcada que fazem um ar incr\u00e9dulo quando descobrem haver at\u00e9 vest\u00edgios romanos no centro da Falagueira.<\/p>\n<p>Resistiram num pequeno recanto que miraculosamente escapou ao bet\u00e3o e foram descobertas aquando das obras para a constru\u00e7\u00e3o de um supermercado junto dos terrenos da antiga Quinta da Bolacha. Julga-se at\u00e9 que os relatos obscuros de velhos muros e ossos encontrados na abertura de funda\u00e7\u00f5es de obras mais antigas ali perto possam corresponder a partes do complexo agora descoberto. Esses perderam-se para sempre, mas ainda l\u00e1 est\u00e1 o que se julga ter sido uma cozinha constru\u00edda aproveitando as paredes de uma constru\u00e7\u00e3o romana mais antiga.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cidade da Amadora tem a sua origem na antiga povoa\u00e7\u00e3o da Falagueira e no crescimento do n\u00facleo urbano em torno das principais vias de comunica\u00e7\u00e3o. Primeiramente em volta da Estrada Real, quando a Porcalhota ganhou fama e, mais tarde, em torno da linha de caminho-de-ferro, onde tomou o nome da quinta da Amadora perto [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1417,364,25],"tags":[9,207,700],"class_list":["post-5797","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-amadora","category-distrito-de-lisboa","category-portugal","tag-historia","tag-patrimonio","tag-ruinas-romanas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5797","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5797"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5797\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5800,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5797\/revisions\/5800"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5797"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5797"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/afonsoloureiro.net\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5797"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}